O Piga conta sobre sua experiência jogando Pier Solar, o RPG “amador” de Mega Drive que o Gagá traduziu… e não traduziu. É uma longa e complicada história 😛
Pier Solar And The Great Architects (Mega Drive)

“Para quem quer fazer exercícios de reflexão”
Olá crianças!
Esta semana, o assunto do post será algo que tratei em uma das minhas últimas aulas deste mês. Usei um texto chamado “A incapacidade para o diálogo” de Hans-Georg Gadamer. Já o citei muito por aqui porque minha compreensão atual de jogo tem muito dele e de outros autores da fenomenologia.
Hoje a reflexão foi proposta por um bom amigo da Lista de Algol: Felix. Ele me mandou um pequeno artigo que falava sobre “utopias” e “distopias” em jogos de videogame. Achei bastante pertinente até porque o meu conto “Brinquedos mortais” que compartilhei com vocês no dia Primeiro de Maio é um tanto quando distópico se pararmos para pensar na definição corrente do termo.
O tema de hoje é algo que já tratamos aqui esparsamente em alguns posts, mas que me ocorreu durante essa semana quando ponderava sobre uma questão básica a respeito dos jogos que chamamos de clássicos. Nós temos a obrigação de jogá-los? Ou quando nos dizem algo a respeito deles, temos apenas que encarar isso como uma espécie de conselho?
Um fato que certamente faz parte de nossa história de jogadores de videogame é que passamos, em algum momento, a precisar saber inglês. Em jogos de Atari isso era desnecessário. Em muitos outros de aventura ou ação, menos ainda. Por mais que alugasse Burning Force e Rolling Thunder II, nunca precisei saber inglês para jogá-los e avançar bastante.